quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Livro que vale a pena ler!



O Pequeno Ditador “ de Javier Urra, psicólogo espanhol que trabalha com crianças difíceis, é um livro pensado para todos os pais que têm dificuldades em lidar com situações comportamentais extremas dos seus filhos.
Ouve-se falar de violência na escola, de notícias de professores que não conseguem controlar alunos indisciplinados, de crianças que humilham e maltratam os colegas. Mas há uma nova realidade camuflada que é preciso enfrentar: a violência dos filhos contra os pais, os chamados pequenos ditadores a quem tudo se consente, que organizam a vida familiar, dão ordens aos pais, chantageiam, enganam, ridicularizam e desenvolvem condutas violentas e marginais.
Javier Urra diz neste livro que é preciso educar no respeito e afecto, transmitir valores, falar, ouvir e ensinar as crianças a aceitar as frustrações da vida. É preciso que os pais imponham limites e exerçam a autoridade sem medo.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Ficha de Consolidação- O Segredo do Rio



Após a leitura da obra " O Segredo do Rio" foi realizada uma actividade de consolidação de conhecimentos, com os alunos do apoio de Língua Portuguesa, de forma a trabalharem a compreensão da leitura e a expressão escrita:








ESCOLA E,B2,3/DE MONDI M DE BASTO
Ficha de Consolidação de Conhecimentos – O Segredo do Rio
Sala de Apoio de Língua Portuguesa

NOME: ___________________________Nº: ____ TURMA: ____DATA: ____



1-Assinala se as afirmações abaixo transcritas são verdadeiras (V) ou falsas (F), corrigindo as falsas.

a)O Segredo do Rio é um conto de Sophia de Mello Breyner Andresen. 
b) O segredo do rio foi descoberto no final da história. 
c) A personagem principal da história chama-se Rui. 
d) O rapaz vivia numa casa de campo, rodeada de árvores de fruto e à frente do terreno passava um ribeiro. 
e) O sítio preferido do rapaz para brincar era o sótão da casa. 
f)No Verão, o rapaz passava horas a fio a tomar banho no ribeiro. 
g) Nas noites quentes de Verão, o rapaz costumava ir para o ribeiro olhar as estrelas. 
h)Foi numa dessas noites frias de Inverno que o rapaz conheceu a carpa. 
i) O facto do peixe falar não foi surpresa para o rapaz. 
j) O peixe conta ao rapaz a história da sua vida. 
l) A Carpa conta ao rapaz que nasceu e cresceu num grande rio. 
m)O rapaz e a carpa fazem um acordo: o peixe fica a morar no ribeiro, mas ninguém pode saber que ele fala a língua dos humanos. 
n)O rapaz e o peixe davam grandes passeios e grandes mergulhos no ribeiro para explorar todos os recantos. 
o)Passou a Primavera, depois o Verão, veio o Outono e o pai do menino andava preocupado com a falta da chuva. 
p)A natureza, mesmo sem a chuva, estava linda, verdejante e as árvores de fruto estavam repletas de frutos. 
q) A família do rapaz estava a passar grandes dificuldades e sem comida na dispensa. 
r)A mãe do rapaz contou ao marido que viu uma grande carpa no ribeiroque daria de alimento para algum tempo. 
s)O rapaz não ficou muito preocupado com a solução da mãe para resolver em parte o problema. 
t)Foi bastante dolorosa a despedida dos dois amigos. 
u) A vida do rapaz, após a despedida, não sofreu grandes alterações. 
v)Certo dia a Carpa reaparece no ribeiro com a solução para o problema. 
x) O rapaz ouviu a história do peixe, mas não aceitou a ajuda. 


2- Agora que já conheces a história, dar-lhe - ias outro título? Justifica.
3- A história tem uma moralidade. Qual?
4- Indica um provérbio que melhor resuma a moralidade deste conto.
5- Elabora um final diferente para a história.

BOM TRABALHO!
A Prof: Salete Valente

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Produção Escrita


















Magia da Leitura e Descoberta da Escrita

A propósito do conto da semana “ O Segredo do Rio”, de Miguel Sousa Tavares, a docente de apoio de Língua Portuguesa realizou duas actividades com alunos de ciclos diferentes, 6º e 7ºanos respectivamente.
Com esta actividade pretende-se não só promover a leitura como criar espaços para a criatividade do aluno que, através da escrita, mostra o seu imaginário e o que de melhor ele sabe fazer.



1ªactividade: Assim, e porque os alunos apresentam dificuldades e apetências diferentes, aos alunos do 6º C a docente propôs a seguinte tarefa: “ História que precisa urgentemente de ser encontrada”. Os alunos têm o bilhete de identidade do livro e com ele terão que ir à B.E e procurar na estante reservada ao P.N.L, a história escolhida. Elaborou-se um jogo de pistas que se passa a mostrar:
A actividade que te propomos tem por título: “ História que precisa de ser urgentemente encontrada…” e tem por objectivo descobrir, por meio do jogo que se segue, e na estante reservada ao Plano Nacional da Leitura, a história seleccionada. Assim, deves seguir as pistas que te são fornecidas.

Bilhete de Identidade do Livro:

→ É um texto narrativo (conto)
→ O autor é um jornalista muito conhecido, filho da poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen
→ A editora é Oficina- O Livro
→ A história tem quarenta e quatro páginas e está ilustrada
→ Para encontrar o título, damos-te as seguintes pistas:
Coisa que se não deve dizer ou não deve ser do conhecimento de outra pessoa; mistério.
Curso natural de água que nasce, em geral, nas montanhas e vai desaguar ao mar, a um lago ou a outro curso de água ainda maior.


O título do livro é:______________________________________________________


Nome _______________________________ Nº ___ Turma ____

BOM TRABALHO!

Nota: Depois de descoberta a história, os alunos deliciar-se-ão com a sua leitura na sala de aula. Por fim ser-lhes -á também pedido que dêem um final diferente à história.

2ªActividade:Quanto aos alunos do 7ºE, a actividade consistiu na elaboração da história a partir do título da obra que eles ainda não tinham lido. O resultado foi este:

O Segredo do Rio

Era um dia bonito de Verão. Um grupo de alunos, foi, juntamente com a professora de Ciências, dar um passeio à beira do rio, para explorar e estudar a fauna e a flora. O João, aluno bastante traquina e curioso, separou-se do grupo e resolveu dar um mergulho no rio para apagar o calor que sentia no corpo. O que é certo, é que o aluno foi parar à outra margem. Longe dos amigos, mas sem se preocupar com isso, o João, cheio de curiosidade, entrou num buraco enorme que ficava à beira do rio.
Já lá dentro, o João ficou espantado com aquilo que viu. Eram plantas de muitas cores e de várias espécies, pedras escorregadias que brilhavam com o bater do sol que entrava por uma pequena frincha. Mas o que prendeu a sua atenção foi uma corda velha, cheia de musgo que se encontrava no meio das plantas. Aproximou-se e puxou por ela mas, não conseguindo, e após várias tentativas frustradas, resolveu ir procurar ajuda junto dos amigos. Estes já tinham dado conta da sua ausência e partiram aflitos ao seu encontro.
Daniel, um dos elementos do grupo, descobriu uma ponte velha que dava passagem para a outra margem do rio onde se encontrava o João. Este, que não sabia da existência dessa ponte, nem como chegar junto dos amigos, ouviu, a certa altura, vozes e resolveu esperar para ver o que era. Convencido de que eram os amigos, resolveu gritar. Os seus gritos foram ouvidos por eles e foram ao seu encontro. Já junto do João, a professora repreendeu-o da fuga e ele, cabisbaixo, concordou com um aceno de cabeça. Então, o João resolveu contar a sua aventura, tendo os amigos ficado curiosos com o que tinham ouvido e dispostos a ir ao local para desvendar o mistério.
Já no interior da gruta, o João mostrou o local e começaram a reunir esforços para puxar a corda. De tanto puxarem, juntamente com a corda saiu um baú de madeira, já corroído pelo tempo. Loucos de curiosidade, tentaram abrí–lo, mas não conseguiram.
Então, o João disse:
_ Como vamos abrir o baú?
_ Com uma pedra…_ sugeriu o Pedro.
_ Brilhante ideia! _acrescentou o Daniel.
O João pegou numa pedra e bateu com ela no aluquete ferrugento que, entretanto, partiu. Depois de aberto, o espanto foi geral. Lá dentro estavam muitas moedas de ouro que, pelas inscrições, pareciam datar do tempo dos Romanos.
_ E agora?!_ disseram todos em coro e ansiosos por dar já um destino útil às moedas.
A professora interveio e sugeriu que levassem o tesouro para a escola. No meio do caminho, o Filipe propôs que metade das moedas deveriam ser expostas no museu de objectos antigos da escola.
_ E a outra metade? O que fazes com ela? _ perguntou o Pedro intrigado.
_ Com a outra metade, vamos ao Banco de Portugal e trocamos por euros.
_ E depois? _ perguntou o Daniel.
_ Podemos melhorar as estruturas da escola e fazer uma viagem de estudo a Conímbriga, visitar os monumentos históricos para conhecermos a história do povo romano _ sugeriu o João.
_ E ainda nos sobra algum dinheiro para projectos futuros.
E assim foi! Melhoraram a escola e fizeram várias viagens de estudo. Com a ajuda e a força de vontade de todos, o sonho tornou-se realidade.

Alunos do Apoio de Língua Portuguesa, turma 7º E: João Filipe, Daniel Gonçalves, Pedro Alves




Final diferente para a história:
No dia seguinte, o rapaz colocou uma tabuleta de madeira à beira do rio onde escreveu, com a letra que aprendeu na escola, o seguinte: “Este rio tem um segredo e esse segredo é só meu.”
Os dias que se seguiram à descoberta do segredo foram os mais bonitos e os mais felizes na vida dos dois amigos: davam longos passeios pelos recantos do ribeiro e grandes gargalhadas.
A família assistia com emoção às brincadeiras e achavam interessante e bonita aquela amizade. Só não sabiam que a carpa Lili falava. Lili foi o nome escolhido pela família, para o peixe.
Certo dia, estando os dois amigos a conversar sobre as coisas da escola e, não se apercebendo que estavam a ser observados, a mãe do Bruno descobriu o segredo e logo se apressou a dizer:
- Não fiqueis aflitos e embaraçados porque, como vós sabeis, a verdade vem sempre a ser descoberta. E continuou: - Agora já percebo a tua aflição, meu filho, quando, no outro dia eu perguntei se estavas a falar com alguém e tu me respondeste que estavas a sonhar em voz alta. O Bruno, um pouco envergonhado, pois tinha mentido à mãe, confessou que tinha medo que pensassem que ele era maluco.
-Mas porquê?- perguntou a mãe. Eu acho que exageraste um pouco. Nós amamos-te e aceitamos-te tal como tu és. E continuou:
-Quanto ao peixe falar, acho muito interessante, pois é mais um amigo com quem podemos falar e desabafar. Vou imediatamente comunicar ao teu pai e ao teu irmão esta grande novidade.
E para espanto deles, a mãe correu em direcção à casa e só se ouviu o eco das suas palavras a dizer
-A vida realmente prega-nos grandes surpresas!

Alunos do 6ºC:Cecília, Marta e Mónica

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

sugestões de leitura para o dia de S. Valentim

Para os apologistas do amor e da leitura, o blog "Magia da Leitura"sugere-te alguns livros para ofereceres à tua cara metade neste dia apaixonante:





Título: Ética para um Jovem, de Fernando Savater



Actividade

Receita do amor

200 grs. de paixão;

200 grs. de compreensão;

200 grs. de respeito;


200 grs. de companheirismo;


100 grs. de cumplicidade;


100 grs. de partilha.


Alunas do apoio do 6º C: Ana, Cátia, Rafaela, Sílvia

Actividade

A propósito do dia de São Valentim…

As alunas do apoio não quiseram deixar passar este dia sem elaborarmos algo. Propuseram fazer um poema ou uma carta de amor. Optaram pelo poema. O resultado foi este:

O Amor

O amor é lindo como as estrelas e brilhante como o sol.
O amor é sentimento que desespera e acalma.
Tu, meu amor, és a estrela da minha vida,
A luz que enche a minha alma!

A vida sem ti não tem sentido!
Longe de ti não sou nada,
Perto de ti sou tudo!
Anda amor, que quero ser amada!

Ontem fizeste-me juras de amor
E transbordei de alegria.
Hoje, neste dia tão especial
Enche-me de emoção e fantasia!

A noite será testemunha do nosso amor,
A noite será palco de magia.
Sim, amor, dança comigo
A dança do amor e da alegria.

Alunas do apoio do 6º c: Cátia, Helena, Cecília, Mónica, Marta